
Segundo a reportagem, a mulher pediu para ingressar no espólio de ACM, cujo valor gira em torno de R$ 780 mil. De acordo com a defesa de Niluschka, ela e “o falecido conviveram em união estável por cerca de cinco anos”.
Em resposta, a família Magalhães disse que as alegações são “completamente fantasiosas e descabidas”. “O senador ACM era casado de fato e de direito com D. Arlette Magalhães”, completou. Ainda segundo representante da família, a ação de Niluschka “atenta contra a memória” do baiano “dez anos após o seu falecimento”.


